Vida em Marte

Stoker e outros pesquisadores discutiram durante longo tempo se a vida em Marte à superfície, poderia abrigar organismos biológicos que se tornaram mestres na sobrevivência em ambientes hostis.

Stoker e outros pesquisadores espanhois estiveram em 2003 no sudoeste de Espanha (Huelva), para analisar o Rio Tinto, devido à sua cor avermelhada, devido à dissolução de ferro na sua água altamente acidificada. Stoker disse à Space.com em 2003, semanas antes de conduzir a expedição ao Rio Tinto que esperavam encontrar a chave para um potencial bio reactor químico debaixo da superfície que explicasse a química à superfície.
Fazendo tal descoberta de um novo metabolismo estratégico no Rio Tinto, Stoker disse em 2003 que iria

Fazendo tal descoberta no Rio Tinto, Stoker disse em 2003 que essa descoberta significaria uma nova estratégia antes não caracterizada para viver na superfície. Assim a busca de vida no Rio Tinto é análoga à busca da vida em Marte.
As afirmações confidenciais de Stoker e Lemke, baseiam-se na comparação entre a vida no Rio Tinto e as observações dos telescópios espaciais e das naves orbitais em Marte. Incluindo o Mars Express da agência Espacial Europeia. Ela e Lemke vincaram bem a sua opinião de que a vida existe em Marte. Também afirmaram que não só é possível a existência de vida devido à assinatura de metano, e isso poderia ser encarado como vida subterrânea, como também referiram que existe à superfície existe concentrações de sulfato jarosite, um sal mineral encontrado em águas ácidas e em outros corpos ácidos no Rio Tinto , apesar do ambiente hostil.
Um dos Rovers da NASA que anda na exploração Marciana o Opportunity encontrou vestígios de jarosite e outros minerais de sal no Meridiani Planun. Este local foi escolhido porque os técnicos da Nasa pensam que ali existia um mar salgado.
A pesquisa de stoker e Lemkes pode conduzir à busca subterrânea de água em Marte, para se explicar a assinatura de metano. Eles estão curiosos acerca do que poderá causar a assinatura de metano e gostariam de fazer várias perfurações.
A NASA não tem intenções em mandar perfuradoras para Marte mas em 2009 irá lançar um novo veiculo andarilho para fazer mais luz sobre estas descobertas de Stoker e Lemke.
Esse veiculo com propulsão nuclear irá percorrer mais distancias do que os seus antecessores e levará diversos espectrómetros para analisar o metano com mais sensibilidade do que qualquer outro instrumento colocado nos outros veículos andarilhos que chegaram a Marte.
Em 1996 uma equipa da NASA e da Universidade de Stanford publicou as suas descobertas que diziam que meteoritos encontrados nos Montes Allen na Antárctica, continham evidências de que teriam vindo de Marte. Essas descobertas foram muito controversas tanto mais que diziam que havia vida microbiana em Marte.

Investigação no Rio Tinto
http://www.space.com/scienceastronomy/mars_caves_030905.html
Existência de água subterrânea em Marte.
http://www.space.com/scienceastronomy/mars_aquifer_041112.html
Existência de Metano na atmosfera em Marte
http://www.space.com/scienceastronomy/express_methane_040920.html