Vortice polar em Jupiter

Os estriamentos lineares nas projecções compostas são artefactos do processamento de imagem. A área próximo ao pólo foi omitido porque era demasiada fechada à borda da planeta nas imagens originais representar a planeta com segurança.
O composto no direito combina imagens do Campo Largo e Câmera do Planetário 2 do Telescópio de Espaço de Hubble tomado num comprimento de onda de 890 nanometers, que mostra partículas estratosféricos de nevoeiro.

O limite agudo e estrutura de onda-como da camada de nevoeiro sugerem um vórtice polar e uma semelhança a nuvens polares estratosféricas da Terra. As imagens de ligação térmica de radiação do Júpiter essa identificação. O composto na esquerda, por exemplo, é feito de imagens tomado com Imager Médio-Infravermelho de Grande-Poço do Laboratório de Propulsão de Jacto em Facilidade Infravermelha de Telescópio da NASA num comprimento de onda de 17 micros. Mostra massa polar de ar que é 5 a 6 Celsius de graus (9 a 10 Fahrenheit de graus) mais frio que seu arredores, com a mesma fronteira como o nevoeiro estratosférico. Observações semelhantes em outros comprimentos de onda infravermelhos mostram a massa fria de ar se estende pelo menos tão alto quanto a estratosfera do meio desce até ao topo da troposfera.

Estas imagens foram tiradas de 11 de Agosto a 13 Agosto, 1999, perto da altura em que o pólo norte de Júpiter era bem visível da Terra. Outras imagens Infravermelhas oportunas do Telescópio em frequências sensível ao nevoeiro polar foram tiradas em frequentes intervalos de Junho a Outubro 1999. Mostram que a estrutura quase-hexagonal gira lentamente ao leste em 1,2 graus de longitude por dia, um índice consistente com as velocidades médias de vento medido a partir do movimento de nuvens visíveis.

Os cientistas estudando a atmosfera da Terra estão interessados nestes resultados porque atmosfera do Júpiter fornece um laboratório natural onde modelos do fenómeno polar de vórtice podem ser estudados sob condições diferentes – por exemplo, sem a interferência da topografia. De particular interesse mas desconhecido ainda, é como fundo dentro da troposfera do Júpiter o fenómeno se estende. A resposta a esta pergunta pode ser fornecida por instrumentação numa missão polar de orbita em Júpiter.

Estas imagens foram tiradas como parte de um programa para apoiar reconhecimento de espaçonave de Galileo da NASA de Júpiter. O Telescópio Infravermelho Facility está no cume de Kea de Mauna do Havaí e é operado pela Universidade de Havaí sob um acordo cooperativo com NASA. O Telescópio de Espaço de Hubble é um projecto de cooperação internacional entre NASA e a Agência europeia de Espaço. O telescópio é administrado pelo Instituto de Ciência de Telescópio de Espaço, Baltimore, que é operado pela Associação das Universidades para Pesquisa em Astronomia, Inc., para NASA, sob contrato com o Centro de Vôo de Espaço de Goddard, Greenbelt, Md. O Instituto de Califórnia da Tecnologia, Pasadena administra JPL para NASA.

Traduzido por Luís Beja

Nota:

Esta notícia vem dar novo fôlego à teoria dos mundos intraterrenos. No caso da Terra é considerado um planeta oco e habitado, sendo os pólos uma das zonas por onde imergem para o exterior os ovnis. Através das embocaduras polares sairia não só o ar do interior, diversos tipos de pólen, animais conhecidos por nós pré históricos, como seja os mamutes encontrados na Sibéria Norte, aves etc.

A teoria da Terra Oca diz que as embocaduras polares dariam também passagem à luz que provoca as auroras polares. Passaria então através dessas embocaduras, diversas radiações do campo visível e não visível.
A teoria da Terra Oca, diz que todos os planetas são ocos e esta é a melhor forma de suster um planeta durante milhões de anos.

Deve-se lembrar que as placas dos prédios, muitas vezes levam espaços ocos. A forma oca é mais estável que a forma compacta.
Se todos os planetas são ocos, quer isto dizer que esta notícia é muito importante porque vem mostrar que Júpiter emite certo tipo de radiações pelos Pólos, podendo essa radiação vir do interior. É necessário que nos lembremos do célebre olho ciclópico de Júpiter, essa mancha sorvedora da atmosfera de Júpiter.
A atmosfera de Vénus tem também um autêntico vórtice de nuvens que se enfiam no interior da calote Polar Venusiana.
http://spaceflightnow.com/news/n0210/09juppole/
Luís Aparício